domingo, 26 de setembro de 2010

III Prêmio Literário Canon de Poesia

Inscrições até 30.09.2010

O concurso cultural denominado III Prêmio Literário Canon de Poesia 2010 é promovido pela Canon do Brasil Ind. e Com. Ltda, pessoa jurídica estabelecida na Cidade de São Paulo, inscrita no CNPJ sob o nº 046.266.771/0001-26, pela Fábrica de Livros e pelo Grupo Editorial Scortecci, para autores brasileiros, maiores de 16 anos, residentes no Brasil.
Tem por objetivo descobrir novos talentos, promover a literatura e difundir a impressão digital de livros no Brasil. Este concurso é exclusivamente de cunho cultural, sem qualquer modalidade de sorte ou pagamento pelos concorrentes, estando aberto à participação de todos que assim o desejarem, sendo promovid o pela empresa de acordo com a Lei n. 5768/71 e Decreto 70.951/72.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

CONVITE PACTO POR FORTALEZA

CONVITE


O Presidente da Câmara Municipal de Fortaleza Vereador SALMITO FILHO tem a honra de convidá-lo (a) para o II ENCONTRO PACTO POR FORTALEZA.

Contamos com sua presença!

Local: Auditório da Câmara Municipal de Fortaleza
Rua Thompson Bulcão, 830 – Luciano Cavalcante
Data: 18 de SETEMBRO de 2010
Horário: 8h às 13h

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Projeto de Indicação do Vereador Paulo Facó

O Projeto de Indicação do Vereador Paulo Facó institui o Programa de Cultura do Trabalho, cria o Vale-Cultura e dá outras providências no âmbito do município de Fortaleza.

Foi já aprovado pelo relator,Vereador Acrísio Sena, e agora espera a assinatura da senhora Luizianne Lins de Oliveira, Prefeita de Fortaleza.

MARTINE KUNZ, viúva de Cláudio Pereira, agradece a homenagem da Academia Fortalezense de Letras

Querido João
obrigada pelo carinho e respeito com que foi conduzida a homenagem ao Claudio.
Soube do lançamento de seu livro na Oboé. Parabéns. Você tem um jeito só seu de aliar rigor, sensibilidade e humanismo. E isso transparece na sua postura e nos seus escritos.

Meu abraço grande
Martine

quarta-feira, 21 de julho de 2010

NOTAS SOBRE JOSÉ SARAMAGO

        João Soares Neto
Deixei para falar dele agora. Faz um mês, depois de amanhã. Suas cinzas foram espalhadas ao vento, entre a pátria mãe e a ilha calcinada onde voltou a amar, se já o houvera feito. Um homem se fez continente em Lanzarote, na paisagem lunar das Ilhas Canárias. Foi lá onde Pilar Del Rio, jornalista, idade de filha, garroteou-o afetivamente e jogou fora sua sexagenária caturrice. A partir daí, ela seria a coluna a dar sentido a uma vida transformada e oxigenada de um homem solitário e triste. Lá em Lisboa, nas cercanias da Praça Marquês de Pombal, em uma feira de livros, conheci José Saramago, após sua premiação com o Nobel de Literatura, em Estocolmo. Tudo já foi dito sobre esse ateu com fixação em falar sobre religião. Se não o fora, não teria escrito esta frase polêmica definindo a Bíblia: “O maior livro dos maus costumes, o catálogo da crueldade”. Saramago pressentiu, como idoso e circunspecto, a sua morte. Já em 1995, dizia: “O corpo é também um sistema organizado, e a morte não é mais do que o efeito da desorganização”. Na verdade, sua morte por falência múltipla de órgãos, foi o epílogo dessa falada desorganização. A Folha de São Paulo dedicou a José Saramago, o menino pobre de uma aldeia miserável, um caderno especial. Nesse caderno se fala de um romance dele, inconcluso, sobre o tráfico de armas, atividade vil e poderosa. Seu título provisório era “Alabardes, Alabardes! Espingardas, Espingardas!”. Parece não gostado do título e a sua doença o fez parar. O cineasta Fernando Meireles, diretor do filme que leva o título do seu romance “O ensaio sobre a cegueira”, está editando um documentário com o título de “José e Pilar”, isto é, marido e mulher e a certeza da vida, mesmo com amor, ter finitude. Para João Pereira Coutinho, ensaísta português: “se existe um Saramago que interessa como escritor, ele existe antes do Nobel, não depois dele”. Coutinho quis dizer que a produção literária de Saramago perdeu o fio e a essência ao se globalizar. Como se vê a crítica não é unânime sobre as obras derradeiras de Saramago, nascido José de Souza. Coutinho afirma ainda que “A caverna” ou o “Ensaio Sobre a Lucidez”, para citar só dois exemplos, representam o pior de Saramago, pós-Nobel: ”escritor moralista e verborrágico com certa atração pelo maniqueísmo vulgar”. Por outro lado, Luiz Schwarsz, dono da editora Companhia das Letras, fala do amor recente dos brasileiros por ele. Em um lançamento de livros a efusão de abraços e beijos, fizeram-no exclamar, “Luiz esta gente quer me matar de amor”. E aí Saramago, existem céu e inferno?

sexta-feira, 9 de julho de 2010

FLIP

O romance como discussão ética
Julho 08, 2010

Nascido na explosiva Jerusalém, A.B Yehoshua vive o dilema da guerra permanente entre Israel e Palestina. Sem abdicar do patriotismo, tem adotado posições pela resolução pacífica do conflito, concordando, ao menos em essência, com seus colegas e conterrâneos Amóz Oz e David Grossman. Elogiado pelo mestre Harold Bloom, que o incluiu em seu O Cânone Ocidental, Yehoshua vai participar da próxima Flip numa conversa com a iraniana Azar Nafisi, autora do polêmico Lendo Lolita em Teerã.

Recentemente o UOL publicou resenha sobre o último livro do autor lançado em português, A Mulher de Jerusalém.

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